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As Constelações Familiares e a minha redescoberta Profissional

Depois de atuar durante quase três décadas como advogada decidi que não queria mais seguir na profissão. Eu não estava mais disponível para ouvir os clientes. Me sentia descontente com a demora do Judiciário e com a burocracia para conduzir os processos. Eu não queria mais me envolver em conflitos e não conseguia me dedicar ao cliente como eu gostaria.
Quando já estava decidida a deixar a advocacia fiz terapia e um Coaching Jurídico. No meio deste processo assisti uma palestra, na OAB de Ribeirão Preto, sobre as Constelações Familiares. Foi ali que me encantei. Outra experiência que contribuiu muito para a mudança na minha atuação profissional foram os anos que passei na liderança da Seicho No Ie, que foi uma transformação em minha vida.
Quando vi que as Constelações estavam sendo usadas no Judiciário eu me redescobri. Decidi me aprofundar no tema e identifiquei que, entre os meus antepassados, já ocorreram muitas questões jurídicas, o que fez o Direito fazer ainda mais sentido pra mim. No dia-a-dia do meu trabalho percebi que, assim como eu, muitas pessoas querem apenas ser ouvidas. Elas não querem prolongar o conflito e precisam apenas de uma orientação correta.

Na medida em que aprofundo meus conhecimentos na Advocacia Sistêmica, quando me deparo com um caso novo, consigo enxergar outros elementos fundamentais, além das questões jurídicas, que estão por trás daquela questão.

Meu objetivo de agora em diante é permitir que a aplicação das Constelações Familiares esteja disponível para o maior número de pessoas. Sendo assim, atuo como presidente da Comissão de Direito Sistêmico, da OAB de Ribeirão Preto, que é a 13ª a ser implantada no Brasil. Trabalhamos para intensificar os debates sobre o tema e para contribuir com a expansão deste novo conceito.

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